Qual o prejuízo gerado para cada família brasileira por causa da criminalidade? Muitos pensam que o resultado direto ofertado pela bandidagem é apenas o medo, trauma e risco de ser assaltado, por exemplo. Ledo engano! Resolvi escrever este artigo para falar sobre os custos financeiros gerados pela violência urbana na vida de cada um de nós. O mais curioso, é que essas despesas acabam passando despercebidas e, por conseguinte, aceitas com naturalidade, como se fossem absolutamente normais, assim como pagar um curso particular de inglês para o filho. Senão vejamos: Muita gente reclama dos preços dos alimentos e dos remédios. Por outro lado, toda vez que o leitor entra numa farmácia ou supermercado e visualiza vigilantes, alarmes nos produtos, câmeras de segurança e também a chegada de carro forte para retirada do faturamento, tem a impressão que esse investimento na área de segurança é custeado apenas pelo proprietário do estabelecimento. Mas isso não é verdade! O consumidor reclama bastante dos impostos embutidos nos produtos que adquire, mas não se dá conta que na composição dos preços uma fatia generosa é reservada para cobrir as despesas com segurança patrimonial. Nada é de graça; cada um de nós, consumidores, paga, no momento que realiza compra de qualquer produto ou serviço, os custos e prejuízos gerados pela violência. Essa calamidade sócio-econômica, particularmente em nosso país, influi negativamente, e muito, na vida das pessoas, pois restringe a qualidade de vida financeira e social. Miremos agora a atenção para quem mora em prédios e edifícios: De 50 a 65% do valor cobrado na taxa condominial é referente a despesas realizadas com segurança. Acompanhe os gastos mais comuns: -Funcionários de portaria e vigilantes: (rondas e controladores de acesso) – Poucos países no mundo têm essa necessidade. Edifícios residenciais na Europa, EUA e na maioria dos países da América Latina, por exemplo, possuem apenas um simples interfone, que é atendido pelo morador, que abre o portão automaticamente para entrada de pessoas autorizadas. -Blindagem da Guarita: o investimento para se ter portaria blindada em prédio é elevado. Por outro lado, ao conversar com amigo que já visitou mais de 70 países, o comentário é que somente no Brasil ele presenciou essa necessidade. -Câmeras de Segurança: a despesa não é somente com equipamentos, como muitos leigos imaginam; os custos são anabolizados pelo gasto com manutenção mensal do sistema, monitoramento e gravação à distância das imagens. -Proteção de Muros e Gradil: quanto maior for a extensão da propriedade, maior o orçamento para instalação desses equipamentos. -Clausura de Portões de Pedestres e Garagem: esse tipo de estratégia de ordem preventiva também só é vista no Brasil. Ao invés de os edifícios terem apenas 2 portões de acesso (pessoas e veículos), encontramos, na maioria dos condomínios, pelo menos 4 portões, que além do valor da instalação, precisam de manutenção constante. -Vigilância Motorizada: ​em muitos bairros, particularmente onde o risco de ser vítima de assalto é grande, em alguns casos, síndicos de diversos prédios da mesma rua se cotizam e pagam empresas de segurança para efetuar ronda visando proteger a chegada do morador a pé ou com o carro. Mas as despesas para quem mora em condomínios não param por aí. Não podemos esquecer que muitos moradores ainda realizam gastos particulares para aumentar o nível de tranquilidade familiar: -Seguro do apartamento -Alarme interno no apartamento -Gradil ou Tela para impedir escalada de marginais, principalmente em unidades nos primeiros andares –Fechaduras de Alta Segurança e até Biométricas para a porta do apartamento -Porta Blindada -Quarto do Pânico -Câmera de Segurança para visualizar quem está tocando a campainha -Seguro e Rastreador Via Satélite para veículos dos familiares -Película que Escurece Vidros dos carros -Alarmes e Outros Equipamentos de Segurança específicos para automóveis Acredito que o leitor deve estar espantado e revoltado com toda essa reflexão! O poder aquisitivo do brasileiro está sendo vilipendiado e achatado cada vez mais com o avanço da criminalidade. Mas as despesas por causa dos bandidos são muitos maiores. Você já parou para pensar quem paga todo o investimento em segurança feito pelos Bancos Públicos e Privados? A resposta é simples: somos nós, que possuímos contas bancárias. Toda vez que você reclama e esbraveja com as taxas cobradas pelos bancos, saiba que boa parte desse dinheiro é para cobrir custos com: -Vigilância Armada nas agências -Carro Forte para transporte do numerário -Porta giratória nos Bancos -Alarmes e Câmeras de Segurança -Segurança Digital de toda rede bancária para diminuir riscos de ataques de criminosos virtuais Infelizmente, quando o assunto é criminalidade, a análise é na maioria das vezes deveras superficial e em tom meramente emocional. Boa parte do que você ganha mensalmente com o suor de seu trabalho, escoa pelo ralo em razão dos altos índices de violência no Brasil, um dos maiores do mundo. Nesse quesito, infelizmente, somos medalha de ouro. Vamos imaginar que tivéssemos em um país muito seguro. Imagine quanto você economizaria de dinheiro por ano!!! Seus filhos poderiam estar num colégio melhor, matriculados num bom clube ou em um curso de línguas que você nunca pode pagar e se penaliza por isso. E aquela viagem que sua família tanto deseja realizar, mas que nunca sobrou dinheiro. E é claro, gerou frustração a todos. O carro ou a moto que não conseguiu comprar ou simplesmente trocar por veículo mais novo…Qual o prejuízo gerado para cada família brasileira por causa da criminalidade? Muitos pensam que o resultado direto ofertado pela bandidagem é apenas o medo, trauma e risco de ser assaltado, por exemplo. Ledo engano! Resolvi escrever este artigo para falar sobre os custos financeiros gerados pela violência urbana na vida de cada um de nós. O mais curioso, é que essas despesas acabam passando despercebidas e, por conseguinte, aceitas com naturalidade, como se fossem absolutamente normais, assim como pagar um curso particular de inglês para o filho. Senão vejamos: Muita gente reclama dos preços dos alimentos e dos remédios. Por outro lado, toda vez que o leitor entra numa farmácia ou supermercado e visualiza vigilantes, alarmes nos produtos, câmeras de segurança e também a chegada de carro forte para retirada do faturamento, tem a impressão que esse investimento na área de segurança é custeado apenas pelo proprietário do estabelecimento. Mas isso não é verdade! O consumidor reclama bastante dos impostos embutidos nos produtos que adquire, mas não se dá conta que na composição dos preços uma fatia generosa é reservada para cobrir as despesas com segurança patrimonial. Nada é de graça; cada um de nós, consumidores, paga, no momento que realiza compra de qualquer produto ou serviço, os custos e prejuízos gerados pela violência. Essa calamidade sócio-econômica, particularmente em nosso país, influi negativamente, e muito, na vida das pessoas, pois restringe a qualidade de vida financeira e social. Miremos agora a atenção para quem mora em prédios e edifícios: De 50 a 65% do valor cobrado na taxa condominial é referente a despesas realizadas com segurança. Acompanhe os gastos mais comuns: -Funcionários de portaria e vigilantes: (rondas e controladores de acesso) – Poucos países no mundo têm essa necessidade. Edifícios residenciais na Europa, EUA e na maioria dos países da América Latina, por exemplo, possuem apenas um simples interfone, que é atendido pelo morador, que abre o portão automaticamente para entrada de pessoas autorizadas. -Blindagem da Guarita: o investimento para se ter portaria blindada em prédio é elevado. Por outro lado, ao conversar com amigo que já visitou mais de 70 países, o comentário é que somente no Brasil ele presenciou essa necessidade. -Câmeras de Segurança: a despesa não é somente com equipamentos, como muitos leigos imaginam; os custos são anabolizados pelo gasto com manutenção mensal do sistema, monitoramento e gravação à distância das imagens. -Proteção de Muros e Gradil: quanto maior for a extensão da propriedade, maior o orçamento para instalação desses equipamentos. -Clausura de Portões de Pedestres e Garagem: esse tipo de estratégia de ordem preventiva também só é vista no Brasil. Ao invés de os edifícios terem apenas 2 portões de acesso (pessoas e veículos), encontramos, na maioria dos condomínios, pelo menos 4 portões, que além do valor da instalação, precisam de manutenção constante. -Vigilância Motorizada: ​em muitos bairros, particularmente onde o risco de ser vítima de assalto é grande, em alguns casos, síndicos de diversos prédios da mesma rua se cotizam e pagam empresas de segurança para efetuar ronda visando proteger a chegada do morador a pé ou com o carro. Mas as despesas para quem mora em condomínios não param por aí. Não podemos esquecer que muitos moradores ainda realizam gastos particulares para aumentar o nível de tranquilidade familiar: -Seguro do apartamento -Alarme interno no apartamento -Gradil ou Tela para impedir escalada de marginais, principalmente em unidades nos primeiros andares –Fechaduras de Alta Segurança e até Biométricas para a porta do apartamento -Porta Blindada -Quarto do Pânico -Câmera de Segurança para visualizar quem está tocando a campainha -Seguro e Rastreador Via Satélite para veículos dos familiares -Película que Escurece Vidros dos carros -Alarmes e Outros Equipamentos de Segurança específicos para automóveis Acredito que o leitor deve estar espantado e revoltado com toda essa reflexão! O poder aquisitivo do brasileiro está sendo vilipendiado e achatado cada vez mais com o avanço da criminalidade. Mas as despesas por causa dos bandidos são muitos maiores. Você já parou para pensar quem paga todo o investimento em segurança feito pelos Bancos Públicos e Privados? A resposta é simples: somos nós, que possuímos contas bancárias. Toda vez que você reclama e esbraveja com as taxas cobradas pelos bancos, saiba que boa parte desse dinheiro é para cobrir custos com: -Vigilância Armada nas agências -Carro Forte para transporte do numerário -Porta giratória nos Bancos -Alarmes e Câmeras de Segurança -Segurança Digital de toda rede bancária para diminuir riscos de ataques de criminosos virtuais Infelizmente, quando o assunto é criminalidade, a análise é na maioria das vezes deveras superficial e em tom meramente emocional. Boa parte do que você ganha mensalmente com o suor de seu trabalho, escoa pelo ralo em razão dos altos índices de violência no Brasil, um dos maiores do mundo. Nesse quesito, infelizmente, somos medalha de ouro. Vamos imaginar que tivéssemos em um país muito seguro. Imagine quanto você economizaria de dinheiro por ano!!! Seus filhos poderiam estar num colégio melhor, matriculados num bom clube ou em um curso de línguas que você nunca pode pagar e se penaliza por isso. E aquela viagem que sua família tanto deseja realizar, mas que nunca sobrou dinheiro. E é claro, gerou frustração a todos. O carro ou a moto que não conseguiu comprar ou simplesmente trocar por veículo mais novo…Qual o prejuízo gerado para cada família brasileira por causa da criminalidade? Muitos pensam que o resultado direto ofertado pela bandidagem é apenas o medo, trauma e risco de ser assaltado, por exemplo. Ledo engano! Resolvi escrever este artigo para falar sobre os custos financeiros gerados pela violência urbana na vida de cada um de nós. O mais curioso, é que essas despesas acabam passando despercebidas e, por conseguinte, aceitas com naturalidade, como se fossem absolutamente normais, assim como pagar um curso particular de inglês para o filho. Senão vejamos: Muita gente reclama dos preços dos alimentos e dos remédios. Por outro lado, toda vez que o leitor entra numa farmácia ou supermercado e visualiza vigilantes, alarmes nos produtos, câmeras de segurança e também a chegada de carro forte para retirada do faturamento, tem a impressão que esse investimento na área de segurança é custeado apenas pelo proprietário do estabelecimento. Mas isso não é verdade! O consumidor reclama bastante dos impostos embutidos nos produtos que adquire, mas não se dá conta que na composição dos preços uma fatia generosa é reservada para cobrir as despesas com segurança patrimonial. Nada é de graça; cada um de nós, consumidores, paga, no momento que realiza compra de qualquer produto ou serviço, os custos e prejuízos gerados pela violência. Essa calamidade sócio-econômica, particularmente em nosso país, influi negativamente, e muito, na vida das pessoas, pois restringe a qualidade de vida financeira e social. Miremos agora a atenção para quem mora em prédios e edifícios: De 50 a 65% do valor cobrado na taxa condominial é referente a despesas realizadas com segurança. Acompanhe os gastos mais comuns: -Funcionários de portaria e vigilantes: (rondas e controladores de acesso) – Poucos países no mundo têm essa necessidade. Edifícios residenciais na Europa, EUA e na maioria dos países da América Latina, por exemplo, possuem apenas um simples interfone, que é atendido pelo morador, que abre o portão automaticamente para entrada de pessoas autorizadas. -Blindagem da Guarita: o investimento para se ter portaria blindada em prédio é elevado. Por outro lado, ao conversar com amigo que já visitou mais de 70 países, o comentário é que somente no Brasil ele presenciou essa necessidade. -Câmeras de Segurança: a despesa não é somente com equipamentos, como muitos leigos imaginam; os custos são anabolizados pelo gasto com manutenção mensal do sistema, monitoramento e gravação à distância das imagens. -Proteção de Muros e Gradil: quanto maior for a extensão da propriedade, maior o orçamento para instalação desses equipamentos. -Clausura de Portões de Pedestres e Garagem: esse tipo de estratégia de ordem preventiva também só é vista no Brasil. Ao invés de os edifícios terem apenas 2 portões de acesso (pessoas e veículos), encontramos, na maioria dos condomínios, pelo menos 4 portões, que além do valor da instalação, precisam de manutenção constante. -Vigilância Motorizada: ​em muitos bairros, particularmente onde o risco de ser vítima de assalto é grande, em alguns casos, síndicos de diversos prédios da mesma rua se cotizam e pagam empresas de segurança para efetuar ronda visando proteger a chegada do morador a pé ou com o carro. Mas as despesas para quem mora em condomínios não param por aí. Não podemos esquecer que muitos moradores ainda realizam gastos particulares para aumentar o nível de tranquilidade familiar: -Seguro do apartamento -Alarme interno no apartamento -Gradil ou Tela para impedir escalada de marginais, principalmente em unidades nos primeiros andares –Fechaduras de Alta Segurança e até Biométricas para a porta do apartamento -Porta Blindada -Quarto do Pânico -Câmera de Segurança para visualizar quem está tocando a campainha -Seguro e Rastreador Via Satélite para veículos dos familiares -Película que Escurece Vidros dos carros -Alarmes e Outros Equipamentos de Segurança específicos para automóveis Acredito que o leitor deve estar espantado e revoltado com toda essa reflexão! O poder aquisitivo do brasileiro está sendo vilipendiado e achatado cada vez mais com o avanço da criminalidade. Mas as despesas por causa dos bandidos são muitos maiores. Você já parou para pensar quem paga todo o investimento em segurança feito pelos Bancos Públicos e Privados? A resposta é simples: somos nós, que possuímos contas bancárias. Toda vez que você reclama e esbraveja com as taxas cobradas pelos bancos, saiba que boa parte desse dinheiro é para cobrir custos com: -Vigilância Armada nas agências -Carro Forte para transporte do numerário -Porta giratória nos Bancos -Alarmes e Câmeras de Segurança -Segurança Digital de toda rede bancária para diminuir riscos de ataques de criminosos virtuais Infelizmente, quando o assunto é criminalidade, a análise é na maioria das vezes deveras superficial e em tom meramente emocional. Boa parte do que você ganha mensalmente com o suor de seu trabalho, escoa pelo ralo em razão dos altos índices de violência no Brasil, um dos maiores do mundo. Nesse quesito, infelizmente, somos medalha de ouro. Vamos imaginar que tivéssemos em um país muito seguro. Imagine quanto você economizaria de dinheiro por ano!!! Seus filhos poderiam estar num colégio melhor, matriculados num bom clube ou em um curso de línguas que você nunca pode pagar e se penaliza por isso. E aquela viagem que sua família tanto deseja realizar, mas que nunca sobrou dinheiro. E é claro, gerou frustração a todos. O carro ou a moto que não conseguiu comprar ou simplesmente trocar por veículo mais novo…